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Bullish vs. Bearish – Guia completo de mercados de alta e de baixa

bull and bear markets
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21 minutos de leitura

Se quiser entender a essência dos mercados financeiros, é fundamental começar com as definições de mercado de alta e de baixa (“bullish/bearish markets”, em inglês). No primeiro caso, o preço de um ativo – ou de todo o mercado – está subindo. O segundo caso, por outro lado, mostra uma situação em que os preços estão em queda. Os nomes em inglês das duas condições são uma homenagem à maneira como estes animais – o touro (bull) e o urso (bear) – atacam. Quando se trata de terminologia financeira, “alta vs. baixa” é uma frase tão popular quanto “dia e noite” ou “bom vs. mau” no nosso dia a dia.

Conteúdo:

O que é um mercado de baixa (bearish)?

Um mercado de baixa é um mercado em queda. Isso geralmente ocorre durante períodos de recessão econômica, quando as empresas enfrentam dificuldades de maneira generalizada. Embora não exista uma regra geral, em teoria, para que um mercado seja considerado de baixa, o preço deve cair 20% ou mais em relação aos seus preços máximos recentes. Quedas de preço em mercados de baixa são contínuas, podendo durar de alguns dias ou semanas a meses ou até mesmo anos. 

Há dois tipos de mercados de baixa: os cíclicos e os de longo prazo. Nos mercados que se enquadram no primeiro tipo, essa situação não dura mais que alguns meses. No segundo caso, no entanto, a tendência de baixa pode continuar por anos ou até décadas. É muito comum que traders iniciantes confundam quedas rápidas nos preços com mercados de baixa. Na verdade, essas quedas são apenas breves períodos de maior atividade de venda e predominância de investidores pessimistas. Podemos entender melhor essa diferença ao avaliarmos a história dos mercados. 

Entre os mercados de baixa mais devastadores estão a Grande Depressão (com duração de 34 meses e uma queda de 86,1%), a bolha da Internet (com duração de 30 meses e uma queda de 49,1%) e a Crise Financeira de 2008 (com duração de 17 meses e perdas de 56,4%). Entre elas, a Grande Depressão foi a mais dolorosa, pois eliminou 15% do PIB global.

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Como investir em um mercado de baixa?

Os mercados de baixa são o grande medo da maioria dos investidores. No entanto, isso não significa que esses períodos não apresentem oportunidades e que você não possa lucrar quando o mercado estiver em queda livre. Durante a Crise Financeira de 2008, por exemplo, John Paulson, gestor de um hedge fund – e alguém que ficará marcado na história por sua capacidade de identificar oportunidades –, faturou US$15 bilhões em um único ano. Mas como? Bem, ele fez uma série de apostas calculadas e previu que os proprietários de imóveis residenciais ficariam inadimplentes com suas hipotecas. 

Isso mostra que alguns instrumentos e estratégias funcionam muito bem com mercados em queda. Aqui estão alguns desses indicadores:

Ouro

Esse metal precioso possui uma correlação negativa com os mercados de baixa. O ouro é considerado um ativo de refúgio e muitos investidores recorrem a ele quando a economia começa a apresentar dificuldades. Em geral, o seu valor aumenta quando o mercado cai e vice-versa. Seja operando contratos futuros, metais preciosos ou moedas digitais, o ouro é o ativo essencial em tempos de crise econômica. 

Ações

Foque nas ações de alta qualidade: ações de empresas com poucas dívidas, rendimentos sólidos e receitas estáveis. Você também pode considerar as razões por trás do mercado de baixa, pois esses fatores o ajudarão a encontrar possíveis oportunidades. Durante a pandemia da COVID-19, por exemplo, as ações da Netflix, Microsoft, Procter & Gamble e empresas de biotecnologia que buscam uma vacina ou a cura dispararam.

“Normalmente, em um mercado de baixa, os vencedores anteriores são os mais atingidos.”

– Peter Oppenheimer, estrategista global de ações da Goldman Sachs

ETFs

Você pode considerar ETFs específicos de cada setor. Se, por exemplo, a recessão for forte e as empresas começarem a demitir funcionários para cortar custos, um cenário provável é que elas aumentem seus investimentos em tecnologia. Você pode considerar ETFs em índices técnicos. Graças à engenharia financeira, hoje também temos ETFs inversos – o seu valor aumenta quando um dos mercados cai.

O que é um mercado de alta (bullish)?

Um mercado de alta é um mercado que está subindo. Durante esses períodos, a economia geralmente está sólida, o cenário político global está calmo, as empresas estão inovando, os setores estão prosperando e as pessoas estão com mais dinheiro em mãos. Os mercados de alta são o grande sonho de qualquer investidor, pois são mais fáceis de navegar (menos voláteis) e oferecem oportunidades de lucro mais vantajosas. Essa condição de mercado é caracterizada por sentimentos de otimismo e confiança. Grandes altas no mercado são a forma mais fácil de traders iniciantes ganharem dinheiro, além de servirem como uma forte referência para gestores de fundos ativos.

Não há uma métrica específica para definir quando estamos entrando em um mercado de alta. No entanto, há uma condição essencial que deve ser atendida: os preços de um determinado ativo ou de todo o mercado devem continuar subindo por um longo período de tempo. Um salto pontual que dure apenas alguns dias não representa um mercado de alta. Períodos de alta chegam ao fim quando o ativo sofre uma queda de preço de 20% ou mais.

Houve diversos mercados de alta muito marcantes ao longo da nossa história, causando inveja até aos melhores gestores de fundos. No período de outubro de 1990 a março de 2000, por exemplo, o mercado registrou um retorno de 417%. O mercado de alta mais longo da história durou 134 meses e chegou ao fim em março de 2020. O resultado foi um retorno de 348% para o índice S&P 500. Esses números impressionam até mesmo investidores profissionais e gestores de fundos. 

Como investir em um mercado de alta?

Vejamos quais investimentos podem ajudá-lo a se aproximar de retornos desse nível:

ETFs

Se temos um mercado de alta, por que não… comprar todo o mercado? ETFs como o SPDR S&P 500 são uma ótima maneira de obter exposição ao índice S&P 500. Dessa forma, você terá ganhos simplesmente mantendo suas posições no longo prazo. Se não acredita, basta ouvir o maior investidor de todos os tempos:

“No longo prazo, as notícias do mercado de ações sempre serão boas. No século 20, os Estados Unidos enfrentaram duas guerras mundiais e outros conflitos militares caros e traumáticos; a Grande Depressão; uma dezena de recessões e pânico financeiro; crises do petróleo; uma epidemia de gripe; e a renúncia de um presidente que perdeu seu prestígio. No entanto, o índice Dow subiu de 66 para 11.497.”

– Warren Buffet

Ações

Quando temos um mercado de alta, isso significa que a maior parte dos setores está indo bem e a maioria das ações está se valorizando. No entanto, é preciso analisar cada setor e as empresas específicas antes de comprar. Nas últimas três décadas, por exemplo, as ações de tecnologia se mostraram incríveis oportunidades de investimento. Apesar disso, antes de alocar capital, siga sempre uma regra simples:

“Só compre algo que você ficaria perfeitamente feliz em manter se o mercado fechasse por 10 anos.”

– Warren Buffet

Commodities

Uma economia em expansão significa mais consumo e poder aquisitivo. Como resultado, commodities como milho, petróleo, gás, entre outros, tendem a ter um bom desempenho durante os períodos de alta. A melhor maneira de aproveitar esses investimentos é por meio de contratos futuros. Dê uma olhada nos nossos Guias de Sobrevivência do Trader para aprender tudo sobre as commodities mais populares e mais operadas. 

Bullish vs. Bearish – Características e diferenças

Uma das coisas que as pessoas mais se questionam é a razão dos nomes dos mercados. A teoria mais famosa é que os termos que descrevem os dois mercados têm origem na maneira pela qual os dois animais atacam. Os touros (bulls) geralmente atacam com os chifres, arremessando para cima. Os ursos (bears), por outro lado, atacam com as patas, fazendo um movimento para baixo. 

Algumas teorias sugerem que o termo “bear market” teve origem em um provérbio, sendo posteriormente popularizado durante uma das primeiras e mais famosas quedas de mercado, a Bolha da South Sea, ocorrida em 1720. Outras pessoas defendem que a ideia do mercado de alta (bullish market) vem da Bolsa de Valores de Londres, onde os traders preenchiam os quadros de cotações (“bulletin boards”, em inglês, que era abreviado para “bulls”), durante os pregões mais voláteis. Quando o mercado se acalmava, o quadro era deixado vazio (“bare”, em inglês, cuja pronúncia é a mesma de “bear”).

Embora não haja um consenso quanto à origem real desses termos, uma coisa é certa: a alternância entre mercados de alta e de baixa é uma parte inevitável do modo de funcionamento do ecossistema financeiro. 

Agora, vamos descobrir o que diferencia e o que une os dois mercados.

Diferenças

As condições econômicas e de mercado que eles descrevem

A principal diferença, é claro, é que os mercados de alta descrevem situações em que os preços dos ativos estão subindo, enquanto nos mercados de baixa os preços estão em queda. Em outras palavras, o estado de alta indica um momentum positivo no mercado, enquanto o de baixa indica um momentum negativo. 

Eles também diferem na maneira como descrevem a situação econômica. Quando os mercados estão em queda, podemos esperar um encolhimento da economia. Já nos mercados em alta, a economia se expande e o PIB cresce. A situação é a mesma com fatores como política fiscal (impostos mais altos durante um crescimento econômico; impostos mais baixos durante um colapso econômico), taxas de juros (alta/média durante mercados de alta; baixa durante mercados de baixa), inflação, taxas de câmbio, desemprego, entre outros.

Nos extremos opostos do espectro

Investidores e especialistas financeiros geralmente usam os termos “alta” (bullish) e “baixa” (bearish) para descrever seus sentimentos em relação a um título específico, uma classe de ativos ou o mercado como um todo. Esse sentimento geralmente é dinâmico e pode mudar dependendo de mudanças nos eventos, expectativas dos analistas, notícias e muito mais. É por isso que os traders costumam considerar a opinião de profissionais de investimento renomados antes de tomar uma decisão de trading. Uma das métricas que os ajuda nisso é a razão Bull/Bear.

Essa relação é um indicador de sentimento do mercado, o qual é publicado toda semana pela Investors Intelligence. O indicador se baseia em informações e opiniões fornecidas por consultores financeiros profissionais e especialistas em investimentos, que são usadas para formular uma estimativa geral das suas opiniões em relação ao mercado. Se o valor for maior que um, isso significa que os profissionais de investimentos estão indicando um sentimento de alta e vice-versa.

Predominância nos mercados financeiros

Outra diferença entre os mercados de alta e de baixa é a sua duração. Embora ambos possam durar décadas, a direção do mercado no longo prazo sempre foi ascendente. Graças a inovações, o surgimento de novos setores e empresas, o avanço tecnológico, o aumento da riqueza, a diminuição da desigualdade, entre outros fatores, o mercado sempre encontra uma forma de se recuperar.

Como regra geral, não importa quanto tempo dure um mercado de baixa, no final ele sempre ultrapassará seus níveis pré-crise. Para confirmar essa regra, vamos dar uma olhada na história. Depressões, recessões, guerras, instabilidades políticas globais – nada disso conseguiu interromper o movimento de alta do mercado no longo prazo. Desde que o S&P 500 foi criado, em 1957, por exemplo, o índice cresceu mais de 5.800%. 

Comportamento do investidor nas duas situações

Durante os períodos de baixa no mercado, os investidores confiam menos nas oportunidades de lucro e tendem a ser menos ativos. Uma das principais razões para isso é o aumento da volatilidade e da incerteza do mercado. Para superar essa situação, os investidores se concentram em classes de ativos capazes de preservar sua riqueza (ouro, títulos, etc.) e evitam correr muitos riscos. 

Por outro lado, nos períodos de alta do mercado, os investidores adotam uma abordagem mais flexível e buscam oportunidades de lucro de maneira muito mais ativa. Eles tendem a fazer mais operações e estão dispostos a investir em ativos mais arriscados. Isso ocorre porque os fatores econômicos são favoráveis, e o capital perdido pode ser recuperado mais rapidamente.

Semelhanças

Você pode ganhar dinheiro em ambos

Abraçar a onda de alta é basicamente a forma mais fácil de ganhar dinheiro. O que realmente importa é como você reage quando os problemas aparecem. No entanto, a parte boa é que as oportunidades de lucro estão sempre presentes, independentemente do estado do mercado. 

Em nenhum momento da história houve um momento em que todos setores do mercado passaram a cair de forma sincronizada. Ações de empresas de serviços públicos, instrumentos de renda fixa, ouro, etc. – sempre há oportunidades de retorno constante, até mesmo quando os investidores mais pessimistas dominam o mercado.

Ambos são inevitáveis

Seja um mercado de alta ou de baixa, nenhum estado dura para sempre. Mesmo que haja um equilíbrio por algum tempo, em um dado momento a mudança de estado será inevitável. Esse ciclo continuará para sempre devido aos fatores que afetam os mercados financeiros. Esses fatores estão em mudança constante, o que pode estabilizar ou desestabilizar o sistema. 

No entanto, graças à falta de equilíbrio no ecossistema dos mercados financeiros, nós podemos aproveitar as oportunidades de lucro nas duas condições de mercado. 

Ambas as situações são identificadas por meio de ferramentas de análise técnica

Abaixo temos um exemplo do índice S&P 500 e dos mercados de baixa e de alta ao longo dos últimos 20 anos.

bullish vs bearish

Ao analisarmos a história, observamos que os mercados de alta e de baixa podem ser claramente diferenciados. No entanto, as coisas são bem diferentes quando falamos do futuro. Para prever mercados de baixa e de alta, é preciso aplicar indicadores de trading. Por meio da análise dos seus sinais, os traders podem identificar facilmente uma reversão ou continuidade da tendência. 

A lista dos indicadores mais populares inclui candlesticks (Harami Cross, Engolfo, Estrela da Manhã, Estrela Ascendente, Martelo e Martelo Invertido, etc.), indicadores de tendência (MACD), indicadores de momentum (RSI, oscilador estocástico, etc.) e muitos mais. 

Influência igualmente poderosa no mercado

Na história dos mercados financeiros, houve diversos casos em que pessoas influentes e figuras importantes da comunidade de investidores expressaram suas opiniões e criticaram um ativo específico ou toda uma classe de ativos. O inverso também aconteceu. Dependendo do responsável pela opinião, sentimentos de baixa e alta expressos publicamente podem ter um efeito considerável no preço de um determinado investimento.

Em 2018, por exemplo, o Bitcoin caiu mais de 8% depois que Warren Buffet e Bill Gates criticaram os fundamentos da criptomoeda e declararam que nunca investiriam nela.

Perguntas Frequentes

Como a compra com margem ajuda a reforçar o mercado de alta?

Basicamente, comprar com margem significa multiplicar o poder de compra. Um investidor que empresta dinheiro para comprar 4 vezes o valor planejado inicialmente é equivalente a quatro investidores comprando essas ações específicas. Dessa forma, um investidor pode gerar o mesmo interesse de compra em um certo instrumento que vários investidores gerariam, o que reforça o mercado de alta.

Qual foi o mercado de alta mais longo da história dos EUA?

Ele durou 134 meses, indo de março de 2009 a março de 2020. Durante esse período, o S&P 500 subiu mais de 348%. Ele foi impulsionado por políticas fiscais frouxas, pela expansão do setor de tecnologia, pelo recorde nos lucros corporativos, entre outros fatores semelhantes. Esse período chegou ao fim devido à crise da COVID-19, que levou à interrupção das operações, à piora das previsões do PIB e à perda de empregos. 

O que é um mercado de alta (bullish)?

Um mercado em alta marca um período prolongado durante o qual a economia está sólida e o mercado permanece em ascensão. Durante esse período, os investidores demonstram otimismo e elevada positividade em relação ao futuro do mercado. O mercado de alta pode durar de alguns meses a alguns anos.

O que é um mercado de alta secular?

O mercado de alta secular é impulsionado por forças poderosas e sustentáveis que podem permanecer ativas por décadas. Isso significa que os preços do mercado ou de um ativo específico podem gerar retornos acima da média por um período de 10 anos consecutivos ou mais. Mercados de alta secular podem ser interrompidos por movimentos de baixa de curto prazo, mas retomam a tendência com altas ainda maiores.

Quais setores se saem bem em um mercado de baixa?

Em geral, o mercado de baixa é favorável para setores como mineração (devido ao status do ouro como um ativo de refúgio), produtores de materiais, bens de consumo e varejo (redes atacadistas, supermercados, marcas de roupas baratas, etc.), tecnologia e muito mais. É claro, isso também depende do tipo de mercado de baixa. Durante a crise da COVID-19, por exemplo, as ações de saúde e biotecnologia dispararam.

É possível ganhar dinheiro em um mercado de baixa (bearish)?

Sim, é possível ganhar dinheiro em um mercado de baixa. E há diversas formas possíveis. Uma deles é investir em setores com bom desempenho durante uma recessão, como bens de consumo, tecnologia, entre outros. Outra possibilidade é investir em ativos como títulos de renda fixa ou ouro. Além disso, também é possível ganhar dinheiro investindo em ETFs inversos.

Investir em um mercado de baixa é uma boa ideia?

Investir em um mercado de baixa pode ser uma boa opção se você fizer uma boa pesquisa e adaptar sua estratégia de trading de acordo com os resultados. Os investimentos mais comuns, como índices mais amplos de mercado, geralmente não funcionam bem. Para ter bons retornos, foque em vendas a descoberto (short selling), investimentos em setores específicos ou em classes de ativos que permanecem em alta nos períodos de baixa.

Qual é a diferença entre um mercado de baixa e uma recessão?

Na maioria das vezes, quando falamos do mercado em geral, as razões para uma queda estão relacionadas a uma recessão na economia. No entanto, um mercado de baixa nem sempre é causado por uma recessão ou por períodos de piora no clima econômico e empresarial. Por exemplo, desde 1929 houve 25 mercados de baixa e apenas 14 recessões.
Um mercado de baixa também pode ser causado por diversos eventos diferentes, incluindo decisões geopolíticas (proibições de determinados produtos ou empresas específicas), crises inesperadas (a crise da COVID-19 impactou diretamente as ações das companhias aéreas), decisões de regulamentação (proibições de criptomoedas em alguns países) e muito mais. 

Qual foi o mercado de baixa mais longo da história dos EUA?

Ele começou em 1946 e durou 37 meses. Essa período de baixa veio logo após o fim da expansão do mercado causada pelo aumento da produção e da demanda durante a guerra. As nações mais ricas passaram a economizar, enquanto as mais afetadas pela Segunda Guerra Mundial tiveram que enfrentar a pobreza generalizada durante o processo de reconstrução. O período foi marcado por recessão e deflação.

Por que os títulos podres (junk bonds) são mais populares durante um mercado de baixa?

Embora isso seja bastante comum, essa ideia não é verdade. Isso ocorre porque que os títulos podres, ao contrário de outros títulos, são menos afetados pelas taxas de juros. Com rendimentos mais altos, vencimentos mais curtos e muitas vezes sendo emitidos por empresas, eles estão mais próximos das ações do que dos títulos. Por essa razão, eles são mais afetados pela condição geral da economia.

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