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FOMC – O que é e como afeta os traders?

F T L
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O FOMC, sigla em inglês para Comitê Federal de Mercado Aberto, é um componente do Federal Reserve – ou simplesmente Fed –, o banco central dos Estados Unidos. O FOMC é responsável por ditar a política monetária do Federal Reserve System e controlar as operações de mercado aberto, as quais se referem a quando o FOMC compra ou vende títulos para aumentar ou diminuir a inflação. É por meio dessas operações que o comitê controla o crescimento econômico.

As funções e ações do FOMC afetam o cotidiano das pessoas várias maneiras. Por um lado, a reunião do FOMC dita o sentimento econômico geral. Nessas reuniões, o Fed sempre explica suas ações com base no desempenho econômico, principalmente no que se refere à inflação e ao desemprego. Em segundo lugar, o FOMC basicamente estimula ou restringe o crescimento econômico e o emprego.

Se o Fed quiser estimular a economia, aumentar a inflação e aumentar o emprego, o FOMC aumentará a oferta monetária. Isso é feito por meio da redução da taxa de juros do Fed e da compra de mais títulos do Tesouro. Se o Fed quiser diminuir a inflação ou se a economia estiver superaquecida, o FOMC diminuirá a oferta monetária. Para isso, o FOMC aumenta a taxa de juros do Fed e vende mais títulos. Todas essas ações afetam o cotidiano dos americanos e de pessoas de todo o mundo – provavelmente mais do que você imagina.

O que é o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) e o que ele faz?

Basicamente, o FOMC é o ramo do Federal Reserve responsável por supervisionar as operações de mercado aberto do Fed. O FOMC basicamente dita a política monetária, determinando quando ter uma política monetária expansionista ou contracionista. Todas essas decisões políticas fundamentais giram em torno do corte ou aumento da taxa de juros do Fed. Essas decisões são baseadas no crescimento da oferta monetária dos Estados Unidos, inflação, metas de estabilidade de preços de longo prazo e crescimento econômico.

Além disso, o FOMC supervisiona a taxa de juros do Fed, também conhecida como taxa de juros dos fundos federais – ou taxa dos Fed funds. Essa taxa representa o juro que os bancos cobram uns dos outros por empréstimos overnight. O FOMC também trabalha em conjunto com o Conselho de Governadores do Federal Reserve para controlar a taxa de desconto e os requisitos de reserva. A taxa de desconto se refere à porcentagem que o Fed cobra dos bancos membros para tomar empréstimos da sua janela de desconto. Isso é necessário para que os bancos mantenham seus requisitos de reserva de caixa. 

Os requisitos de reserva se referem à quantidade total de fundos que um banco deve manter durante a noite – é uma porcentagem dos depósitos do banco. O papel do FOMC de ditar a taxa de juros do Fed é importante, pois os bancos usam esses empréstimos para garantir que terão capital suficiente para atender aos requisitos de reserva do Fed. A política monetária e a taxa de juros do Fed são os principais tópicos discutidos nas oito reuniões anuais do FOMC. As atas dessa reuniões ficam disponíveis ao público.

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Por que isso é importante?

É preciso destacar a importância do FOMC, pois o comitê é um componente crucial do Federal Reserve System. O conselho é o grande responsável por administrar o crescimento da oferta monetária da maior economia do mundo. Basicamente, o FOMC dita o preço dos bens de consumo ao controlar a inflação, dita o sentimento econômico, contribui para fornecer liquidez em tempos de crise e garante a integridade do sistema financeiro. O FOMC supervisiona a política monetária e mantém o sistema financeiro dos EUA em pleno funcionamento. Sem o FOMC ditando a política monetária, estimulando e socorrendo a economia dos EUA durante a crise financeira de 2008 e a crise da COVID-19, o cenário econômico atual seria uma grande incógnita. Muitos acreditam que a recessão atual e a anterior teriam se transformado em uma crise econômica muito mais profunda e prolongada.

Quem são seus membros?

O FOMC é composto por 12 membros, incluindo sete membros do Conselho de Governadores do Fed, o presidente do Federal Reserve de Nova York e quatro dos onze presidentes regionais restantes do Fed, que servem mandatos de um ano de maneira rotativa. Os membros rotativos são ocupados pelos presidentes do Fed dos seguintes grupos locais: Boston, Filadélfia e Richmond; Cleveland e Chicago; Atlanta, St. Louis e Dallas; Minneapolis, Kansas City e São Francisco. 

Membros do FOMC em 2020:

  • Jerome H. Powell, Conselho de Governadores, Presidente 
  • John C. Williams, Nova York, Vice-Presidente
  • Michelle W. Bowman, Conselho de Governadores
  • Lael Brainard, Conselho de Governadores
  • Richard H. Clarida, Conselho de Governadores
  • Patrick Harker, Filadélfia
  • Robert S. Kaplan, Dallas
  • Neel Kashkari, Minneapolis
  • Loretta J. Mester, Cleveland
  • Randal K. Quarles, Conselho de Governadores

Decisões quanto à taxa de juros do Fed

Decisões quanto à taxa de juros do Fed

O gráfico acima mostra a taxa de juros do Fed desde 1954. As decisões do Fed quanto à taxa de juros afetam todos os setores da economia e podem causar um efeito em cascata – do consumo aos empréstimos, do desempenho econômico aos preços de ações e títulos. Quando o Fed decide reduzir as taxas de juros, isso é feito para estimular o crescimento econômico. Taxas de juros mais baixas incentivam o empréstimo e o investimento, pois fica mais barato tomar dinheiro emprestado. Quando está mais barato tomar dinheiro emprestado, tanto os consumidores quanto as empresas passam a gastar mais e investir mais. Como resultado, em tempos de taxas de juros mais baixas, as ações costumam subir. 

No entanto, quando as taxas ficam muito baixas por muito tempo, o crescimento pode ser excessivo, causando o superaquecimento da economia e elevando demais a inflação. Com a inflação elevada, os bens de consumo ficam muito caros, logo o poder de compra diminui. Esse tipo de crescimento não é sustentável e, portanto, o Fed precisa aumentar as taxas de juros para conter a inflação até atingir um nível aceitável. Quando o Fed aumenta a taxa de juros, as ações tendem a ter um desempenho mais fraco, e os consumidores e as empresas ficam mais conservadores em termos fiscais. 

Uma decisão recente do FOMC

Mais recentemente, Jerome Powell, o presidente do Fed, reafirmou a atual política monetária expansionista. Ele prometeu manter a taxa de juros baixa por alguns anos, de modo a estimular e apoiar a recuperação econômica e superar a recessão da COVID-19. No longo prazo, o Fed buscará uma inflação média de 2%, com ganhos “amplos e inclusivos” no mercado de trabalho. Isso significa que o Fed continuará estimulando a economia e a inflação, mesmo que ela supere a meta de 2% – contanto que a inflação média permaneça baixa. A atual taxa de juros do Fed está no mínimo histórico, na faixa de 0% e 0,25%. Além disso, Powell deixou em aberto a possibilidade de aumentar a flexibilização monetária para apoiar a economia dos EUA enquanto a crise da COVID-19 continuar. 

Exemplos famosos de decisões do FOMC

Em ordem cronológica, estes são alguns dos exemplos mais famosos de decisões do FOMC desde 1960:

Operação Twist (1961)

O FOMC queria achatar a curva de juros para promover a entrada de capital e fortalecer o dólar, portanto decidiu diminuir o prazo de vencimento da dívida pública no mercado aberto. A tática do Twist se deu pela revenda de parte dos títulos da dívida de curto prazo no mercado aberto, usando os recursos para comprar títulos de longo prazo. No entanto, a Operação Twist teve apenas um ligeiro sucesso na redução da curva de rendimento e do spread entre os títulos de curto e longo prazo, principalmente porque a operação não durou tempo suficiente para ser eficaz. O FOMC tomou medidas semelhantes em 2011. 

Saturday Night Special (1979)

O FOMC aumentou a taxa de juros do Fed em um ponto percentual assim que Paul Volcker se tornou presidente do Fed. Volcker supervisionou o aumento da taxa de juros de 11% para 12% durante o fim de semana de 6 de outubro de 1979.

Mudanças na Taxa de Juros de 2001 (2001)

Como resultado não apenas do estouro da bolha da internet, mas também devido aos efeitos do 11 de setembro na economia, o FOMC cortou as taxas de juros nove vezes ao longo de 2001, sendo quatro vezes após os ataques de 11 de setembro. Essa sequência de cortes trouxe a taxa de juros ao seu nível mais baixo nível desde 1962. Em seu nível mais baixo, o FOMC reduziu a taxa do Fed de 2% para 1,75%. Colocando em perspectiva, a taxa de juros do Fed era de 5% em 1º de abril. O Fed estava desesperado para reforçar a oferta monetária e estimular o consumo. 

Flexibilização Quantitativa 1 (QE1, dezembro de 2008 a março de 2010)

Na primeira etapa da recuperação da crise financeira de 2008, o FOMC aplicou sua primeira política de Flexibilização Quantitativa (QE). Isso mudaria para sempre a política do Fed e sua forma de funcionamento. Com o QE, o Fed injetou quantidades quase ilimitadas de capital no mercado aberto para estimular fortemente a economia. Para iniciar essa mudança para o QE, o FOMC comprou até US$600 bilhões em títulos hipotecários (MBS) e títulos garantidos pela agências do governo – também chamados de Agencies. No entanto, as compras não tiveram impacto no balanço do Fed, já que foram em grande parte compensadas pelas vendas dos títulos do Tesouro por meio da System Open Market Account (SOMA).

Março de 2009 pode ser considerado o verdadeiro início dessa política de QE. Nesse mês, o FOMC anunciou que compraria US$750 bilhões adicionais em MBS e Agencies, além de US$300 bilhões em títulos do Tesouro. Dessa vez, não havia nada para compensar o crescimento do balanço patrimonial do Fed. É por isso que este é considerado o verdadeiro início da política de QE do Fed. 

Política de Taxa de Juros Zero (ZIRP) (dezembro de 2008 a dezembro de 2015)

Devido ao impacto da crise financeira, pela primeira vez na sua história a taxa de juros do Fed do FOMC ficou próxima de 0%. O FOMC não teve outra escolha a não ser zerar a taxa de juros para enfrentar os desafios da crise e ajudar na flexibilização do dinheiro e do crédito. Com a política de taxa de juros zero, o Fed poderia usar de forma mais eficaz sua política monetária para promover uma recuperação econômica mais robusta, gerar empregos e tornar os mercados e preços sustentáveis e estáveis. 

Flexibilização Quantitativa 2 (QE2, novembro de 2010 a junho de 2011)

O Fed iniciou sua segunda iniciativa de QE em novembro de 2010, comprando US$600 bilhões em dívidas de longo prazo a uma taxa de US$75 bilhões por mês. O QE2 foi concluído em junho de 2011.

Operação Twist 2 (2011)

O FOMC implementou outra Operação Twist, comprando US$400 bilhões em títulos com vencimentos de seis a 30 anos e vendendo títulos com vencimento inferior a três anos. Ao fazer isso, o Fed estendeu o rendimento médio até o vencimento de sua própria carteira. O Fed queria criar um tipo de efeito semelhante ao QE, mas sem expandir seu balanço patrimonial. Com isso, eles esperavam reduzir o risco de inflação. O plano obteve certo sucesso, e o dólar americano se fortaleceu. No entanto, a dívida pública dos EUA foi rebaixada, e o mercado de ações sofreu algumas das piores quedas diárias em sua história, além de duas correções. O FOMC estendeu essa política ao longo de 2012, injetando mais US$267 bilhões.

Flexibilização Quantitativa 3 (QE3, setembro de 2012 a dezembro de 2013)

O Fed expandiu ainda mais sua política de QE em setembro de 2012. O Fed fez um movimento sem precedentes ao comprar US$40 bilhões em títulos hipotecários de agências por mês, sem um prazo definido, até que o mercado de trabalho melhorasse significativamente. Isso foi expandido alguns meses depois, em dezembro, com a compra de mais US$45 bilhões em títulos de longo prazo por mês. Esse programa de QE passou a ser atenuado depois de um ano, durante a reunião do FOMC de dezembro de 2013, sendo encerrado por completo em outubro de 2014. 

Aumento histórico da taxa de juros em dezembro de 2015

O Fed aumentou sua taxa de juros pela primeira vez desde junho de 2006 em 25 pontos-base. Anteriormente, a taxa de juros do Fed estava entre 0% e 0,25%. Eles aumentaram a taxa para a faixa entre 0,25% e 0,5%. 

Corte da taxa de juros do coronavírus em março de 2020

Mais recentemente, o FOMC teve um papel fundamental na sobrevivência econômica e recuperação do mercado de ações após o crash sem precedentes da COVID-19. Em uma decisão de emergência, a taxa de juros foi cortada em 50 pontos-base, ficando entre 1% e 1,25% – o primeiro corte de taxa de emergência desde a crise financeira de 2008. Em outro anúncio de emergência, a taxa de juros foi reduzida novamente em 100 pontos-base, chegando à faixa entre 0% e 0,25%. 

Como os anúncios do FOMC afetam os traders?

Sempre que o FOMC faz seus anúncios, isso pode causar uma volatilidade significativa nos mercados. As mudanças do FOMC afetam principalmente o valor do dólar americano. Considerando que o dólar americano é a principal moeda de reserva do mundo atualmente, cada anúncio do Fed tem um efeito cascata nos mercados de capitais em todo o mundo, principalmente nos futuros de Forex.

Embora seja essencial que os traders monitorem a situação macroeconômica, os níveis de emprego, os níveis de inflação e o crescimento econômico, a reunião do FOMC é geralmente considerada a data mais importante no calendário de qualquer trader. Isso se deve ao impacto que a taxa de juros tem sobre os investimentos. Qualquer pequena mudança na taxa-alvo do FOMC afeta outras taxas, incluindo taxas de câmbio e preços dos títulos de dívida.

As taxas de juros afetam diferentes mercados:

Forex

O dólar americano é a moeda mais operada do mundo, tendo o papel de moeda de reserva global. Qualquer mudança na taxa de juros pode ter um impacto significativo no dólar. Taxas mais altas tendem a fortalecer o dólar. No entanto, isso significa que será mais difícil operar ações de outras moedas. Taxas mais baixas, ao mesmo tempo que enfraquecem o dólar americano, podem ser ótimas para outras moedas.

Índices de ações

Taxas mais altas geralmente são ruins para as ações, pois geram mais aversão ao risco. Taxas mais baixas já foram ótimas para o mercado de ações no passado, pois os investidores estão dispostos a assumir mais riscos. Traders de ações não gostam muito de aumentos na taxa de juros, principalmente quando consideram esses aumentos desnecessários. Muitos traders veem o Fed como um dos principais responsáveis pelas correções entre o final de 2018 e início de 2019. Na época, os aumentos na taxa de juros foram considerados excessivamente contracionistas e desnecessários. 

Títulos do Tesouro

Os títulos públicos dos EUA geralmente sofrem o impacto das políticas monetárias. Um dos princípios fundamentais do investimento em títulos de dívida é que as taxas de juros e os preços dos títulos do Tesouro são inversamente correlacionados. Quando a taxa de juros sobe, os preços dos títulos caem, e quando a taxa de juros cai, os preços dos títulos sobem. Isso é conhecido como risco de taxa de juros.

Como operar durante as reuniões do FOMC?

Ao operar durante as decisões do FOMC, o mais importante é se preparar no dia anterior de acordo com o que é esperado; ao mesmo tempo, você também deve se preparar para o inesperado. É fundamental acompanhar o que os membros do comitê dizem em tempo real. Isso ajuda os traders a se manterem sempre atualizados. Tudo vai depender do apetite ao risco do trader. 

Todo anúncio de reunião do FOMC causa um grande impacto nos mercados e pode gerar uma volatilidade significativa. É importante estar ciente de todas as condições macroeconômicas e avaliar a exposição ao risco da sua carteira. Se um trader for mais avesso ao risco, pode ser melhor evitar o mercado durante os anúncios do FOMC. 

No entanto, se o trader se sente mais confortável com o risco, então este será um dia de trading cheio de emoções. Investidores de longo prazo também gostam de comprar nas pequenas quedas durante esses dias. A conclusão é que não há uma maneira certa de operar durante as reuniões do FOMC. Esses eventos aumentam significativamente a volatilidade dos preços, causando altas e baixas. Cabe a cada investidor avaliar sua própria tolerância ao risco e suas expectativas em relação às expectativas do mercado. 

Estratégias de trading com base no FOMC

Não há uma maneira certa de operar durante os anúncios do FOMC. No entanto, o passo mais importante é manter seus gráficos abertos e monitorá-los o tempo todo. Tente não operar nos primeiros 15 minutos após qualquer anúncio – o ideal é esperar e ver como o mercado reage. Muitas vezes, o primeiro movimento dos mercados após o relatório ocorre na direção que o mercado deseja seguir. Isso vale para ações, futuros, títulos, entre outros. Em geral, esta é a reação real do mercado em relação ao anúncio do Fed. No entanto, como o mercado se baseia principalmente na emoção e no impulso, reações exageradas podem ocorrer.

Portanto, é melhor manter a calma. Seja paciente, monitore os gráficos com o passar dos dias e, com base na direção do mercado e no seu estilo de trading, compre nas quedas e venda com lucro.

Vale a pena operar durante os eventos do FOMC?

Se você for do tipo que gosta de assumir riscos e de entrar em operações voláteis, vale a pena atuar no mercado durante os eventos do FOMC. Normalmente, isso funciona melhor para day traders ou swing traders, mas, em casos raros, também pode ser bom para investidores de longo prazo que estejam buscando oportunidades de comprar títulos a preços muito baixos. Resumindo, só vale a pena operar durante os anúncios do FOMC se você for capaz de lidar com a volatilidade e tiver feito uma boa pesquisa.

Considerações finais

O FOMC e o Fed nunca foram tão importantes ou influentes como hoje. A recuperação dos índices de ações e futuros se deve, em parte, à liquidez sem precedentes que o Fed injetou na economia dos EUA. Pela primeira vez, o Fed também está comprando títulos corporativos de alto rendimento e ETFs. Além disso, ele está conduzindo a Flexibilização Quantiativa a níveis sem precedentes. Isso aumenta o risco de inflação e gera impactos na valorização do dólar americano. No entanto, considerando que a taxa de juros do Fed deve permanecer muito baixa nos próximos anos, isso apresenta grandes oportunidades para ações, além de estimular a economia. De qualquer forma, como investidor, é sempre importante estar atento a qualquer movimento do Fed.

Antes de qualquer coisa, sempre avalie sua tolerância ao risco. Há muitas maneiras de ganhar dinheiro no mercado, e não há uma resposta certa ou errada. Cabe a você, como investidor, decidir o que funciona melhor.

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