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Warren Buffett

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Warren Buffett nasceu em 1930, na cidade de Omaha, em Nebraska. Ele é filho de um congressista chamado Howard Buffett e se interessou por negócios desde cedo. Algumas histórias sobre ele são interessantes e definem as bases do seu sucesso. Ainda jovem, ele trabalhou por muito tempo entregando jornais. Embora seja algo comum para muitas crianças, a primeira declaração de imposto de Buffett contém uma dedução pelo relógio e pela bicicleta usados nas entregas.

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A juventude de Warren Buffett

Sua carreira no mercado de ações começou cedo, com Warren comprando sua primeira ação aos 11 anos de idade. Foi uma compra de seis ações preferenciais da Cities Service – três para ele e três par sua irmã. A Cities Service Co. é uma empresa de petróleo que é mais conhecida como CITGO, nome adotado a partir de 1965.

Esse espírito empreendedor continuou ao longo da sua adolescência. Ele vendia produtos simples de porta em porta e trabalhava no mercado do avô. Com o dinheiro guardado, ele comprou uma máquina de pinball. Conforme ganhava mais dinheiro, ele passou a comprar mais máquinas de pinball e, por fim, vendeu todo o negócio com um bom lucro. Usando parte das suas economias, ele acabou aplicando dinheiro no negócio do seu pai. E ainda mais chocante: aos 14 anos, ele comprou uma fazenda de 16 hectares e contratou funcionários para cuidar das terras.

Últimos anos da adolescência

Com 17 anos, ele entrou na Wharton School, na Universidade da Pensilvânia. Essa escola de administração faz parte da Ivy League e já foi considerada a melhor escolha de administração do mundo. Outros alunos famosos incluem Elon Musk e Donald Trump. Algum tempo depois, Buffett transferiu sua matrícula para a Universidade de Nebraska-Lincoln, onde ele se tornou Bacharel em Administração. Ele tinha apenas 19 anos na época, e tudo ia muito bem na sua vida. Em seguida, ele tentou entrar na Harvard Business School, mas foi rejeitado. Em vez disso, ele entrou na Universidade Columbia e obteve o título de Mestre em Economia. Ele foi influenciado pelo fato de que Benjamin Graham dava aula na instituição; Buffett havia lido o livro de Graham “The Intelligent Investor”, lançado em 1949.

Após concluir a faculdade, ele havia acumulado uma quantia equivalente a US$100.000 nos dias de hoje. Embora ele seja de uma família abastada, ninguém pode questionar o fato de que ele conquistou sua fortuna pelos próprios méritos. Buffett é atualmente a segunda pessoa mais rica dos Estados Unidos, com um patrimônio líquido de mais de US$75 bilhões.

Warren Buffett e Benjamin Graham

Warren Buffett disse uma vez que a influência de Benjamin Graham só era menor que a do pai, Howard Buffett. Howard foi uma pessoa impressionante: investidor, empresário e representante pelo partido Republicano na Câmara por quatro mandatos.

Embora Warren não considere Benjamin Graham como sua maior influência, ainda assim este é um grande elogio. Isso porque Warren é conhecido por sempre seguir seu próprio caminho, independentemente do que os outros pensam. Quando Buffett diz que alguém o influenciou, esta é uma afirmação poderosa.

Como citado acima, o livro “The Intelligent Investor” foi lançado em 1949, quando Warren tinha apenas 19 anos, e logo ele se tornou sua Bíblia. O livro trata de como investir com foco no valor, um princípio defendido por Graham.

As três dicas que Buffett seguiu são as seguintes:

1. “Uma ação é o direito de possuir uma pequena parte de um negócio”

Isso pode parecer óbvio, mas as pessoas focam demais no valor da ação no mercado. Você não pode esquecer que a ação só tem valor se a empresa também tiver, seja qual for o preço definido pelo mercado.

2. “Use uma margem de segurança”

Isso simplesmente significa comprar ações que não sejam tão valorizadas pelo mercado, de modo que o intervalo entre o valor real e o valor de mercado lhe dê alguma segurança.

3. “O Sr. Mercado é seu servo, não seu mestre”

Graham tratava o mercado como um personagem humano e ensinava seus alunos que esse personagem era seu parceiro. Ele focava no fato de que esse personagem é irracional e emocional – o que é bom se você o entender, já fazer negócios com uma pessoa emocional e irracional pode ser muito vantajoso. Essa analogia também destaca a ideia de que não podemos considerar o valor de mercado como um fato. Esse valor será fortemente influenciado por elementos humanos aleatórios – muito mais que a lógica.